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sexta-feira, 9 de março de 2012

Fotos de Gabriella Nichimura, que morreu no parque Hopi Hari, divulgadas na internet serão investigadas

Fotos de Gabriella Nichimura, que morreu no parque Hopi Hari, divulgadas na internet serão investigadas


Imagens do corpo da menina, Gabriella Nichimura, 14 anos, que morreu ao cair do brinquedo La Tour Eiffel, no parque Hopi Hari, em Vinhedo, foram divulgadas na internet e o advogado da família da adolescente registrou boletim de ocorrência nesta quarta-feira no 78º DP, em São Paulo. Ele pede a investigação dos responsáveis pela divulgação de imagens do corpo da menina.
Segundo Ademar Gomes, “pessoas inescrupulosas” tiveram acesso ao corpo da adolescente e divulgaram as fotos na internet, causando “constrangimento e transtorno” aos familiares da vítima.

Silmara Nichimura, mãe da menina, solicitou que os usuários do facebook deletem e não compartilhem imagens do corpo de sua filha, que têm rolado pela internet.
As Fotos, em que aparece o rosto de Gabriella após a queda do brinquedo do hopi hari , começaram ser espalhadas pelo Facebook e Orkut nos ultimos dias. Em sua postagem, Silmara a mae da menina morta no hopi hari afirma que não sabe de onde vieram as fotos e diz que “não suportaria ver  as fotos novamente”.
“Paz meus amigos, sei o qto vcs estão sendo solidários comigo e minha família, mas infelizmente há pessoas muito más que gostam de tirar proveito do sofrimento alheio. Nao sei como tiraram uma foto da minha menina Gabriella morta …o rostinho que sempre foi lindo, todo deformado, e estão postando no Facebook e em outros sites. Por favor, se chegarem até vcs, deletem e excluam essa pessoa por favor. Qdo vi nossa que tristeza… como há pessoas más, será que já não basta esse sofrimento, o park que não está nem aí para nós. Por favor deletem, não suportaria ver novamente. Obrigado”, escreve Silmara em sua página na rede social.
A Polícia de Vinhedo investiga porque Gabriela estava em um assento inoperante havia 10 anos e estava sem trava de segurança. Cinco operadores do brinquedo foram ouvidos e nenhum admitiu ser o responsável pelo setor três do equipamento, onde estava a menina. Conforme o advogado do parque, os operadores tinham autonomia para impedir que a cadeira fosse usada.
O parque fez acordo com o Ministério Público para ficar fechado por 10 dias para uma vistoria em todos os brinquedos.
Fonte: O Verbo

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